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Conheça os motivos para usar o servidor Java JBoss/Wildfly!

Conheça os motivos para usar o servidor Java JBoss/Wildfly!

O que se entende por Java? Esta pode ser a nomenclatura de uma linguagem de programação bastante conhecida, bem como a plataforma referente a essa linguagem.

Seu renome se dá por conta da compilação de sua linguagem em um tipo de código intermediário. Tal código é reconhecido como Bytecode, servindo para ser executado dentro da JVM (Máquina Virtual Java).

É isso que proporciona ao Java uma gama de facilidades dentro da programação. Assim sendo, acaba permitindo ao desenvolvedor o foco apenas na programação do que for realmente necessário. Saiba mais!

O Java

Hoje em dia, essa característica ímpar é usada em outros tipos de linguagem da programação. Conquanto, denota a real relevância da dita Máquina Virtual no paradigma atual da linguagem da programação.

A plataforma Java, desde sua concepção, ganhou determinadas divisões cujo objetivo era tornar sua evolução focada nos devidos objetivos. Entre eles pode-se citar:

  • Java ME (Micro Edition);

  • Java EE (Enterprise Edition);

  • Java SE (Standard Edition);

  • CDC (Connected Device Configuration);

  • CLDC (Connected Limited Device Configuration);

  • Java TV;

  • Java Card.

Entre todas essas plataformas existentes o Java EE tem o Wildfly que implementa algumas de suas características.

O que seria o Java com Wildfly?

Também reconhecido como o JBoss, o Wildfly é tido como um servidor da aplicação do EE. Foi criado em Java, podendo ser executado dentro de quaisquer Sistemas Operacionais de 32 até 64 bits. Contudo, estes devem ter suporte do Java.

JBoss ou Wildfly?

Antigamente era JBoss e agora é Wildfly. Por que? Porque o motivo principal de tal alteração se deu pelo fato de haver uma similaridade entre o AS (JBoss Application Server) e o EAP (JBoss Enterprise Application Platform).

Uma vez que ocorria o mesmo com outros produtos que estavam no portfólio da JBoss, era justamente o que gerava certa confusão entre eles.

Ocorreu, portanto, uma votação dentro da comunidade JBoss para definir o novo nome que seria dado ao projeto. Diversos nomes foram sugeridos, mas depois da pré-seleção, apena cinco foram selecionados e participaram de uma votação.

Finalmente, o nome escolhido foi Wildfly. A troca oficial de nomes se deu em 2013 no JUDCon Brazil, no estado de São Paulo. Posteriormente, Mark Little fez a publicação no seu blog acerca do assunto.

Requisitos para se efetuar a instalação

Para que o Wildfly seja executado, o requisito único e importantíssimo é ter uma máquina virtual ou física. Não importa o Sistema Operacional, desde que possua uma boa memória para que seja dada a execução.

Essa memória não tem parâmetro certo, uma vez que sua variedade se dará conforme a aplicação a ser executada.

O Wildfly tem uma configuração padrão, pois o mínimo da memória que é utilizada é de 64mb. Contudo, pode chegar até o número de 512mb.

Por que usar um servidor Java com tal aplicação?

  • Boa aderência aos padrões abertos, bem como códigos fonte que garantem compatibilidade;

  • Independência total do fornecedor, portanto, pode-se escolher todos os determinados componentes da sua infraestrutura;

  • Gerenciamento inteligente das conexões aos bancos de dados, uma vez que há mecanismos avançados para aceleração do acesso aos dados;

  • Os componentes são prontos para o acesso, a segurança, o agendamento, entre outras funcionalidades.

Este artigo foi útil para você, desenvolvedor, que possui o interesse em ter um pouco mais de conhecimento sobre o Java e suas aplicações Wildfly e JBoss?

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